4 de maio de 2008
Marcha Regional Concelho da Guarda - Fernão Joanes - 04 de Maio 2008/organização Clube de Montanhismo da Guarda
O nome Fernão Joanes, terá surgido a partir de um pequeno núcleo de casas ou de uma quinta na tutela de um senhorio \ povoador, muito provavelmente chamado Fernão Joanes ou Fernão João, nos fins do séc. XII, inícios do séc. XIII, há semelhança de muitas outras freguesias que devem o seu nome ao seu senhor ou povoador.
Fotos gentilmente cedidas pela Senhora Professora Amélia
15 de abril de 2008
Marcha no Concelho de Fornos de Algodres /Organização Clube de Montanhismo da Guarda - 13 de Abril de 2008
Assima esta herdade ou vila de Figueirola deu-se o nome de Granja da Figueirola ou de Figueiró, como se vê dum documento de 1163, de confirmação pelo Pápa Alexandre III, da doação desta Quinta ao convento de Tarouca.
De Granja de Figueiró passou a dizer-se, por transposição das palavras, Figueiró da Granja.
Pertencia esta quinta ou Granja da Figueirola a El-rei D. Afonso Henriques e a sua mulher, D. Mafalda.
El-rei e a Rainha venderam, ou melhor quase doaram esta Herdade com as terras de que se compunham o destrito e têrmo dela a Egas Gonçalves por um cavalo e uma mula.
28 de fevereiro de 2008
10 de fevereiro de 2008
27 de janeiro de 2008
Marcha Regional Concelho da Guarda - Organização Clube Montanhismo da Guarda - 27 Janeiro 2008
É durante o domínio filipino (Filipe II de Espanha) que é decretada a livre entrada de cereais e gado pela fronteira. de "porta guardada" do território nacional, a Guarda passa a assumir funções de porta económica, que a inauguração do caminho de ferro (linhas da Beira Baixa e da Beira Alta até Vilar Formoso, em 1882) veio reforçar. A "Judiaria" pode ainda hoje ser visitada no Centro Histórico. Aos judeus se deve a introdução da indústria de peles.
Na Guarda juntam-se as tradições militar (defesa da fronteira) e religiosa. Ambas deixaram abundantes marcas no património edificado: a Torre de Menagem, do século XII, vestígios das antigas muralhas; a Sé Catedral, construída entre os séculos XIV e XVI em substituição da anterior; o Convento de S. Francisco, do século XIII; as Igrejas barrocas da Misericórdia e de S. Vicente; e o antigo Paço Episcopal.
Do período românico ergue-se, fora do centro urbano, a Igreja do Mileu, local de antigo culto da Nossa Senhora.
D. Sancho I (11 de Novembro de 1154 - 26 de Março de 1211), cognominado o Povoador (pelo estímulo com que apadrinhou o povoamento dos territórios do país - destacando-se a fundação da cidade da Guarda, em 1199, e a atribuição de carta de foral.
Quarto filho do monarca Afonso Henriques, foi baptizado com o nome de Martinho, por haver nascido no dia do santo com o mesmo nome, e não estaria preparado para reinar; no entanto, a morte do seu irmão mais velho, D. Henrique, quando contava apenas três anos de idade, levou à alteração da sua onomástica para um nome mais hispânico, ficando desde então Sancho Afonso.
6 de janeiro de 2008
2 de dezembro de 2007
11 de novembro de 2007
1 de novembro de 2007
Marcha Regional Concelho de Celorico da Beira - Velosa - Organização Clube Montanhismo da Guarda - Outubro 2007

A freguesia de Velosa ocupa um dos extremos do concelho de Celorico da Beira. Faz fronteira a Norte e a Oeste com as freguesias de Maçal do Chão, Baraçal e Açores. A Sul e Este com as freguesias de Vila Franca do Deão e Sobral da Serra, do concelho da Guarda.
Muito antes da formação da monarquia, quando um rei Godo veio ao Freixial (actual Freguesia de Açores), aconteceu na Igreja desta localidade um
incidente com um açor. Conta-se que a fuga do pássaro ia custando a vida ao pagem que o havia deixado escapar. Ficou conhecida como a Lenda do Açor. A ave, ao sentir-se em liberdade, tomou a direcção leste e, veloz, voou até um lugar da actual freguesia que assim se passou a chamar Velosa. Esta é a Lenda que o povo não deixa esquecer, transmitindo-a de geração em geração.
"Velosa Aldeia sem par... Antiga Vila de outrora
Quem de ti se aproximar... Nunca mais se vai embora.
Tudo que é teu tem encanto...Tudo o que tem nos sorri
Tivestes herõis de um santo... Que a vida deram por ti.
O teu povo numa prece... Cheio de crença e fervor
Ainda hoje enaltece... O bom do Santo Prior.
Às portas da Penhadeira... Arvorão do seu pendão
A tua gente altaneira... Venceu o Rei de Leão.
Banhas os pés na Ribeira... Onde te miras Airosa
E limpa-tos a Lameira... Com toalhas veludosas.
És como Princesa encantada... És minha mãe meu aconchego
Em teu Trono reclinada... És a coroa do Mondego."
16 de outubro de 2007
Marcha na Serra de Arada - Candal - S. Pedro do Sul (2007) / Organização Clube de Montanhismo da Guarda
PR 2 - Rota das Bétulas
A Rota das Bétulas insere-se na Serra da Arada e abrange apenas dois povoados: Candal e Póvoa das Leiras. É um percurso circular de Pequena Rota, com cerca de
A actividade agrícola ainda assume um papel importante nas comunidades locais, e face às características do terreno, esta é feita em socalcos, proporcionando uma imagem de surpreendente beleza. Associada a este tipo de agricultura encontramos o pastoreio, essencialmente bovino e algum caprino, bem como, os espigueiros ou canastros.
Na flora, para além das árvores que dão o nome ao percurso (bétulas), o carvalho, o salgueiro e o pinheiro bravo são espécies também presentes. Esta zona da serra da Arada está inserida na Rede Natura 2000 – Serra da Freita e Arada, e este facto deve-se, entre outros aspectos, à presença das turfeiras, visíveis no decorrer deste percurso.
Dentro da fauna selvagem e, face ao habitat existente nas cotas mais altas, podemos visualizar o gato bravo e o javali. Na avifauna temos: corvo, falcão peregrino, bufo real, petinha – ribeirinha, entre outras espécies.